sexta-feira, 19 de junho de 2015
A maconha deve ser legal? A legalização da maconha no Brasil
A legalização da maconha no Brasil é pauta em diversas discussões, seja no âmbito medicinal, recreativo e industrial, despertando interesses na substância do que uma simples droga. Recentemente tivemos marchas da maconha espalhadas em algumas capitais do nosso país, as quais os manifestantes defendem veementemente a aceitação do uso livre da maconha. Diante disso, uma matéria foi produzida por dois estudantes de Jornalismo para o Caderno de Pauta, buscando entender os motivos da legalização, e sabendo a opinião de diversos estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Leia aqui a matéria sobre a Legalização da Maconha no Brasil, realizada pelos estudantes Clercio Rodrigues e Ícaro César
Imagem retirada do site: culturaverde.org
sábado, 13 de junho de 2015
Questão de saúde
Interatividade física e social: questão de saúde ou desespero pela “adesão” ao corpo perfeito?
Por: Laís Di Lauro
Estamos
vivendo a era interativa. A todo o momento nos encontramos cercados pelas
tecnologias e as facilidades que elas nos propiciam. A permeabilidade das redes
sociais ao nosso cotidiano extrapolou as barreiras das relações sociais e
adquiriu um novo patamar: fitness.
Essa palavra, de língua inglesa cujo significado é “estar em boa forma física”,
é o novo “hit” daqueles que almejam uma vida mais saudável. Entretanto, muitas
vezes, a busca da “saúde”, que deveria ser pela melhoria da vida, fica em
segundo plano, mascarando a verdadeira motivação dessa busca: a adequação ao
modelo de corpo perfeito.
Mais da metade
da população brasileira encontra-se acima do peso. Diversos são os fatores que
levam as pessoas a este quadro. A vida agitada, correria, trabalho, stress. A
alimentação incorreta é um dos mais recorrentes fatores para o acúmulo de
gordura corporal. Os padrões, reforçados diariamente pelas mídias, estimulam a
procura da idealização do corpo perfeito.
Nos últimos cinco anos houve um aumento de
cerca de 11% no número de pessoas que praticam atividades físicas no país, segundo pesquisa realizada pela
Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças
Crônicas por Inquérito Telefônica). Entretanto, até que ponto esses números
condizem com pessoas que se preocupam, realmente, com a saúde?
As redes
sociais Instagram e blogs em geral viraram perfeitos locais para disseminação de
conteúdos nutricionais e relacionados a exercícios físicos e treinamentos. Os
alvos, quase sempre, pessoas que buscam se enquadrar no estereotipo do corpo ideal,
se tornam vulneráveis ao conteúdos exposto, que muitas vezes não possuem fontes
confiáveis e seguras.
Segundo
educador físico Alessandro Bezerra, as redes sociais e blogs de exercícios
trazem muitos benefícios à medida que são utilizados com cautela e moderação,
respeitando os limites de cada corpo e a individualidade de cada pessoa. Esses
veículos de interação devem ser conduzidos por profissionais da área, que tem
licenciamento para tratar desses assuntos de forma segura; é possível consultar
através do site da Cref (Conselho Federal de Educação Física) se o profissional
está habilitado para sugerir dicas e exercícios. É preciso lembrar também que
cada individuo possui um metabolismo diferente, um organismo que reage de
determinada maneira, uma rotina, um peso, um histórico que deve ser analisado e
respeitado antes de iniciar determinado treinamento físico. As lesões causadas
à saúde pela pratica incorreta de atividades físicas são levadas pela vida
toda.
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| Foto do antes e depois da estudante Ekza Palhares após a reeducação alimentar |
A adaptação da
sua vida a uma rotina saudável não é tarefa fácil. É preciso muito autocontrole
e força de vontade para conseguir mudar os “mau hábitos”. Várias pessoas buscam
o Instagram, principalmente, como fonte para dietas e dicas nutricionais.
Muitos desafios são propostos, também, por profissionais da área de nutrição,
por exemplo, para estimular as pessoas que querem mudança mas não conseguem
sozinhas. Exemplo disso é a estudante Ekza Palhares, de 21 anos. “Sempre fui
gordinha, mas também sempre gostei de praticar atividades físicas, entretanto,
não tinha uma alimentação saudável” afirma a estudante que perdeu mais 3 quilos
em um mês com o ‘desafio 30 dias’. Ela começou a usar a rede social ao seu
favor, procurando dicas e apoio de outras pessoas que compartilhavam da mesma
situação.
“A qualidade
da alimentação é fator imprescindível para mudança. Comer de 3 em 3 horas é o
correto”. A transformação na vida da Ekza partiu não apenas da questão de
estética, mas de fatores relacionados à saúde também. A estudante, que antes
sofria com a gastrite e remédios que não surtiam mais efeitos, após a modificação
alimentar, percebeu melhorias não apenas no desconforto da doença, mas também
no bem estar físico.
É necessário
ter cautela ao consultar as redes sócias como fonte de busca de alimentação ou
exercícios. Nem todo mundo que posta dicas tem condições de exercer esse tipo
de função. Mas importante que buscar a perfeição do seu corpo, é buscar a
harmonia consigo mesmo. É importante sentir-se bem antes de tentar moldar-se
aos padrões definidos pela mídia. Até que ponto elas se importam de verdade com
você?
É preciso
estar atento, primeiramente, a sua saúde, a seu condicionamento físico antes de
iniciar qualquer tipo de treinamento. É imprescindível o acompanhamento
nutricional e de um educador físico para criar o tipo certo de “rotina
alimentar” e treinamento físico para você. O uso das redes sociais pode sim ser
benéfico, contanto que usados de forma correta, com sites confiáveis,
profissionais especializados.
Rainha da Ponte
Por: Isabela Maia
Solitária? De fato, é o que pensam, mas não. De jeito nenhum. Quando nascemos somos batizados duas vezes, ou pelo menos alguns de nós. Ela foi uma dessas pessoas e, graças a esse segundo batismo, viverá sempre com a certeza de que jamais estará sozinha. Quanto ao primeiro, não importa mais.
Solitária? De fato, é o que pensam, mas não. De jeito nenhum. Quando nascemos somos batizados duas vezes, ou pelo menos alguns de nós. Ela foi uma dessas pessoas e, graças a esse segundo batismo, viverá sempre com a certeza de que jamais estará sozinha. Quanto ao primeiro, não importa mais.
Os dias poderiam ser todos iguais para uma pessoa comum, sem o dom. Não se passava um por do sol sem que um evento extraordinário ocorresse em seu reino, tudo graças ao bendito dom. Ela nem imagina de onde ele veio, só sabe que existe e faz bom uso dele.
Hoje, como em todas as manhãs, estava sentada em sua varanda, no topo do castelo. Ela tinha formato de ponte, pois nossa protagonista gostava de poder atravessar de lá para o outro lado de sua casa sem precisar passar por tantos corredores e portas. Era uma ponte larga, de pedra, e todo tipo de gente passava por lá, pois ela permitia que os plebeus transitassem pelo castelo. A ponte começava lá no chão, próxima a uma estrada por onde carruagens transitavam freneticamente, terminava no pátio do castelo. Era enorme.
Todos a conheciam, mas poucos chegavam a lhe dirigir a palavra. Ela sentava no chão mesmo, gostava, achava-o confortável. Nessa manhã, vestia um vestidinho amarelo, florido, longo, pés descalços, tiara na cabeça. Levou um pedaço de pão para mordiscar enquanto contemplava as carruagens passando lá em baixo. Os cavalos eram tão bonitos e bem cuidados! Havia os brancos, os pretos, os marrons, alguns eram enfeitados com fitas e penteados especiais em suas crinas. Ela gostava de se imaginar conduzindo um desses alazões, em uma floresta talvez, o vento esvoaçando seus cabelos, o odor da terra, das plantas, penetrando suas narinas com a mais pura delicadeza. Passava horas perdida nesses pensamentos.
Estava analisando se seria mais adequado trançar a crina de seu cavalo – ou égua, ainda não estava decidida -, ou então enfeitá-la com fitinhas, quando um passante sentou-se ao seu lado:
- Bom dia, senhora!
- Bom dia, meu caro. Como vai a sua manhã?
- Não tão boa quanto a sua, isso posso garantir. Percebi que estava perdida em pensamentos e sinto ter interrompido, mas preciso de uma história com urgência!
Ah, havia mais uma peculiaridade sobre essa senhora que gostava de sentar no chão de pontes e observar o decorrer dos dias: ela era contadora de histórias. Sempre que alguém precisava de uma história, podia procurá-la, era um trabalho de tempo integral. Isso começou quando ainda era bem nova, no dia em que conheceu um pobre viajante.
O tal viajante era vendedor de poções, mas ainda não dera a sorte de vender uma sequer. Realizava essa função há sete anos. Ela o encontrou em um passeio que dava na floresta, procurando flores para fazer uma coroa e frutas silvestres para distribuir aos passantes da ponte. Ele estava sentado debaixo de uma árvore e chorava. Ela se aproximou e perguntou o que acontecera, ele compartilhou sua história e ela achou que deveria fazer o mesmo:
“Era uma vez uma pobre senhora, seu nome era Maria e ela não tinha casa. Passava seus dias pelas ruas, vagando sem rumo, em busca de Deus, em busca da vida, de significado. Às vezes uma alma caridosa apiedava-se e lhe cedia uns trocados, ou dava-lhe um pedaço de pão. Ela era feliz. Contra todas as expectativas, nunca se via essa senhora sem um sorriso no rosto, pois quando ela nasceu, foi presenteada com uma coisa tão valorosa que seria impossível para qualquer ladrão roubá-la: esperança.
“Seus dias eram todos iguais. Lúgubres, para os cegos, reluzentes para os visionários. Sua sina estava decidida: iria morrer, não seria lembrada. Ela sabia disso, e passava todos os dias com um sorriso no rosto”.
Suas histórias eram mágicas, o efeito, imediato. Aquele vendedor nunca mais percorreu o passar dos segundos no relógio da mesma maneira. Nem ninguém que já ouviu-as conseguiu contemplar o alvorecer sem um transbordar de felicidade no coração. Ela abria olhos, almas, vidas. Com sua própria história.
A fumaça dos carros enevoava a passarela e o odor forte de gasolina ativava até o olfato menos aguçado de qualquer passante. Pequena, solitária, invisível, a senhora se encolhia em uma das curvas das grandes ladeiras que delimitavam aquela quase ponte. Quem a via, olhava com pena. Não sabia do seu dom.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Um momento terrível com Luís da Câmara Cascudo
O Mestre delirava e dizia: "Você é um dos mais jovens?"
Por: Emanoel Barreto Coordenador Grupert
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| http://www.elfikurten.com.br/2012/04/camara-cascudo-uma-conversa-sobre.html |
Quando a Tribuna do Norte passou a offset, em 79, a direção do Segundo Caderno ficou comigo, chefiando uma equipe que tinha entre seus talentos o colunista Franklin Jorge e uma jovem aluna de jornalismo, Christiana Coeli, filha da poetisa e jornalista Miriam Coeli e do jornalista Celso da Silveira. Quer dizer, a menina tinha a quem puxar. Mas Christiana ainda era muito jovem e inexperiente; não estava pronta para matérias mais difíceis.
Veja só o que aconteceu: certo dia eu a pautei para fazer uma entrevista com o Mestre Cascudo sobre não-sei-o-quê. A princípio não seria algo mais desafiador. Seria uma conversa sobre cultura, opiniões do Mestre, imersão no universo cascudiano. Pois bem: ela foi e voltou como uma flecha. Fiquei surpreso com a rapidez, mas ela me explicou, dizendo, com a ingenuidade dos focas: “Barreto, não deu para entrevistar o Professor porque ele estava com uma dor de cabeça fortíssima, estava tonto e mal se aguentava em pé.”
Foi o suficiente para disparar em mim o alerta vermelho. Eu respondi: “Christiana, uma dor de cabeça desse tipo, em mim preocupa a minha família e talvez a algumas outras pessoas. Só isso. Mas, uma dor de cabeça dessas, em Cascudo, com ele não podendo nem ao mesmo ficar de pé, no mínimo preocupa o Estado inteiro."
Disse isso e parti para o estacionamento do jornal em busca de um carro. Ia fazer a matéria pois vi que não era coisa para iniciante. Mas não havia carro. Chamei uns táxis, ninguém parou. Então, saí quase correndo da Tribuna até a casa do Professor; o fotógrafo, esbaforido, correndo atrás.
Quem conhece Natal sabe que a casa onde morava Cascudo fica razoalmente próxima à Tribuna do Norte, na Ribeira. Mas, ir correndo até lá... Bom, mas cheguei à casa do Mestre. Fui atendido por sua mulher, Dona Dhália, que me disse: “Emanoel , venha cá depressa. Me ajude a cuidar de Cascudo, ele não está bem."
Mandei que o fotógrafo esperasse e fui com ela ao quarto onde o Professor estava. Fiz isso a fim de respeitar a privacidade do Mestre. Eu não queria um drama sensacional. Somente chamaria o fotógrafo caso o bom senso assim o indicasse, e sob permissão de Dona Dhália.
Quando entrei vi a seguinte cena: Cascudo estava de pijama, deitado numa cama imensa, com os olhos semicerrados; delirava. O quarto ficava do lado do sol e, dentro, como num forno, o Mestre fervia a uma temperatura africana.
Dona Dália estava quase em pânico. Parecia não haver mais ninguém em casa além de nós. Ela lamentava o terrível calor a que o marido estava submetido. Temia que isso fosse deixá-lo ainda pior. Disse-me: “Segure a cabeça dele, enquanto dou os comprimidos.”
O Mestre não me reconheceu. Quando me aproximei, ele disse: “Quem é você? Você é um dos mais jovens não é ? É um dos engenheiros?”
A pergunta deu-me a dimensão exata da gravidade da situação. Senti que tinha de agir com muita prudência e sensibilidade pois ali eu era dois: era um jornalista mas, antes disso, uma pessoa que estava prestando socorro a ninguém menos que Luís da Câmara Cascudo. Era preciso um respeito sagrado.
Mas, respondendo à pergunta dele, eu disse: “Sim, Professor, eu sou um dos mais jovens. Sou um dos engenheiros. Vim aqui ajudar.”
Ele continuou a murmurar, agora baixinho, coisas que eu não compreendia. Observei os esforços dedicados de Dona Dhália nos cuidados com o marido. Ela trouxe enormes, redondos e vermelhos comprimidos que ele engolia um a um, deitado. A cada um deles eu erguia sua cabeça para que engolisse os comprimidos. Creio que o total foi de quatro comprimidos. A água era servida num copo grande.
Ele tomou a medicação, fez mais alguns comentários sem nexo e reclinou a cabeça, dormindo em seguida. Quanto a mim, vivendo aquele momento, ao mesmo tempo em que ajudava no atendimento anotava mentalmente os nomes dos comprimidos, observando os rótulos das caixas onde estavam os frascos.
Como fiz uma espécie de jornalismo participante, ou seja, integrei a cena do começo ao fim, tinha plenas condições de cumprir a missão de relatar o fato.
Dona Dhália me agradeceu, eu dei uma última olhada no Mestre e saí do quarto onde ele estava. Perguntei a Dona Dhália se poderia publicar aquilo e ela disse que sim. Desci ao jornal sem uma foto e sem qualquer anotação.
O assunto era sério e devia ser tratado com grande contenção no texto. Fiz uma matéria seca, direta, de forma a não passar ao leitor a impressão de que Cascudo estava à beira da morte, e entreguei o texto à editoria de Geral, pois, como notícia, não era tema do Segundo Caderno. Horas depois, todavia, a família recuava e chegava ao jornal um pedido para nada ser publicado. Jornalismo às vezes é isso: um grande silêncio vivido pelo repórter.
Finalização do primeiro semestre
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| Aniversário do nosso colega Clércio. |
Hoje no Grupert o clima foi de despedida e descontração,após um semestre de muito trabalho e esforço - orientado pelo professor Emanoel Barreto e Themis Lima. Finalizamos essa primeira etapa tendo a certeza de que jornalismo é sinônimo de empenho e dedicação; é uma construção diária que exige paixão e talento.
Apesar das férias, o trabalho continua a todo vapor. O blog e as nossas páginas não terão descanso.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Abrindo caminhos, desvendando estradas
Mãos à obra
Damos início hoje às atividades editoriais do Grupo Permanente de Estudo da Entrevista-Grupert integrante da linha de pesquisa Estudos do Jornalismo, vinculada à base de pesquisa Comunicação, Cultura e Mídia. São alunas e alunos do primeiro período cujo empenho e talento estão comprometidos no desenvolvimento do projeto.
A professora Valquíria Kneipp e a jornalista Themis Lima têm participação efetiva junto aos estudantes partilhando conhecimentos, estimulando a criatividade, convocando às realizações. Entendemos que dessa iniciativa resultarão frutos de extrema valia para o curso de Jornalismo da UFRN com o aprofundamento de estudos a respeito do jornalismo como forma de conhecimento.
O Grupert é um projeto de extensão em fase de implantação, programando ações na UFRN e fora dela. Além das abordagens técnico-teóricas da entrevista como forma de saber jornalístico teremos contatos com a comunidade promovendo palestras, encontros e estudos, além de manter este blog, uma página no Facebook e conta no Twitter, bem como publicação de vídeos no Youtube. Buscaremos também interação com outras universidades, num intercâmbio proveitoso e intenso.
Agora, mãos à obra. Jornalismo é trabalho, ação, presença e decisão de fazer.
Temos o talento e a juventude da turma do Grupert. Temos a vontade de realizar.
Vamos fazer.
a) Emanoel Barreto
Coordenador
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| Uma parte da equipe do Grupert: decisão de fazer jornalismo na UFRN |
A professora Valquíria Kneipp e a jornalista Themis Lima têm participação efetiva junto aos estudantes partilhando conhecimentos, estimulando a criatividade, convocando às realizações. Entendemos que dessa iniciativa resultarão frutos de extrema valia para o curso de Jornalismo da UFRN com o aprofundamento de estudos a respeito do jornalismo como forma de conhecimento.
O Grupert é um projeto de extensão em fase de implantação, programando ações na UFRN e fora dela. Além das abordagens técnico-teóricas da entrevista como forma de saber jornalístico teremos contatos com a comunidade promovendo palestras, encontros e estudos, além de manter este blog, uma página no Facebook e conta no Twitter, bem como publicação de vídeos no Youtube. Buscaremos também interação com outras universidades, num intercâmbio proveitoso e intenso.
Agora, mãos à obra. Jornalismo é trabalho, ação, presença e decisão de fazer.
Temos o talento e a juventude da turma do Grupert. Temos a vontade de realizar.
Vamos fazer.
a) Emanoel Barreto
Coordenador






