terça-feira, 29 de agosto de 2017

Circulares e Expressos

Nova medida da STTU divide opiniões no Campus da UFRN

Por Anna Vale, Germano Freitas e Hilda Vasconcelos 

Mudanças afetaram, principalmente, alunos da ECT / Foto: Adriano Abreu (via Tribuna do Norte)
Alvo de críticas no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde sua implementação no último dia de julho (31), a modificação da linha de ônibus destinada exclusivamente ao transporte dentro do campus universitário (linha 588 - Circular/Campus) tem dividido opiniões daqueles que dependem do serviço.
Originalmente, o transporte dentro do campus contava com apenas cinco linhas diretas (Via Direta-Reitoria, com paradas ao longo do percurso) e três linhas inversas, que faziam o mesmo percurso ao contrário. Com as modificações, quatro ônibus da frota são destinados aos chamados Circulares Expressos: duas linhas, com dois veículos cada.
O projeto inicial dos Circulares Expressos previa seu funcionamento de segunda à sexta, partindo do Via Direta, sem embarques e desembarques ao longo do caminho, com parada apenas em seus locais designados – Reitoria e Escola de Ciência e Tecnologia (ECT); esse trajeto foi atualizado para incluir paradas no Restaurante Universitário em horários específicos. O Expresso Reitoria roda a partir das 6h30 às 20h30, já o Expresso C&T sai dez minutos mais cedo, encerrando seu trajeto duas horas mais tarde.

Segundo a Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), a mudança se deu após um levantamento realizado em trabalhos de alunos de Engenharia Civil. Rubens Ramos, professor do departamento de Engenharia Civil da universidade e suposto idealizador do projeto, aponta a Reitoria e a Escola de Ciência e Tecnologia (ECT) como principais destinos dos estudantes: “Mais da metade dos alunos se destinam a um destes locais e eles acabam perdendo tempo em paradas intermediárias para descer uma ou duas pessoas”.
O objetivo do novo sistema é de melhorar a capacidade de transporte dentro do campus, sem aumentar a quantidade de veículos da frota. Clodoaldo Cabral, secretário adjunto de transportes da STTU, informa que a quantidade de viagens da linha irá aumentar em 60% com o projeto colocado em prática.
As modificações dividiram opiniões. Os motoristas dos circulares, por exemplo, tiveram suas condições de trabalho alteradas, não mais se adequando às suas necessidades. Um motorista, que não deseja ser identificado, relata que os intervalos são curtos e tendem a causar atrasos adicionais, com idas ao banheiro ocorrendo apenas na ECT – onde há o risco de deixar o ônibus ligado e aberto, causando a impaciência dos alunos – ou no Via Direta, onde o risco é de “perder a corrida”. Além disso, para alguns há choque nos horários de almoço e jantar (para os motoristas do turno da manhã e tarde, respectivamente) e de funcionamento do Restaurante Universitário.
O motorista aponta a importância do apoio dos estudantes nessa questão, uma vez que são eles quem reivindicam por melhorias no sistema de transporte no campus.


Para discutir a questão dos ônibus, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) realizou uma assembléia geral no dia 4 de agosto, além de apoiar plenárias entre estudantes de diversos setores e departamentos da universidade. Uma convocação aos órgãos de representatividade de cada curso da universidade foi feita para o Conselho de Entidades de Base (CEB), cuja reunião estava marcada para a tarde de segunda (21), e que teve como um dos objetivos “discutir as medidas tomadas pela STTU com relação ao ônibus Circular”.
Na manhã da última sexta-feira (18), independente do diretório, houve o chamado “Ato pela melhoria do Circular UFRN”, na parada do Via Direta, pelo “estabelecimento da qualidade de transporte para todos os estudantes, bem como a melhoria na qualidade de trabalho dos motoristas”. O texto de apresentação da manifestação alega descaso por parte da Secretaria de Mobilidade Urbana com os com os estudantes, e afastamento de um motorista que se mostrou descontente com o novo sistema.
Baseado em popular grupo do Facebook, o Spotted Circular foi criado para compartilhamento de opiniões sobre a medida da STTU; o ato contra o novo sistema foi divulgado no grupo / Foto: Reprodução
A comunidade acadêmica tem se posicionado de maneiras diversas às mudanças implementadas pela STTU, através das mídias sociais e plenárias realizadas desde o início de agosto: há quem aprove as medidas totalmente, e quem deseja ajustes para seu funcionamento pleno. Apesar do objetivo da medida explicitar que o tamanho da frota deve continuar o mesmo, a superlotação dos circulares diretos e inversos aponta que o remanejamento de metade dos ônibus para as linhas expressas prejudicou seu funcionamento; além disso, os expressos nem sempre têm sua capacidade aproveitada, chegando a rodar sem passageiros em alguns horários. Há ainda a opção de ter os expressos saindo do Restaurante Universitário, ao invés do Via Direta – passando por suas paradas designadas e de volta ao “terminal”.
O novo sistema ainda está em fase de testes, logo, não deve ser julgado como algo permanente, e sim ser alvo de críticas construtivas para que se desenvolva um serviço melhor, que beneficie seus usuários e facilite a locomoção dentro do campus.



quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Luta do século vs boxe potiguar

O contraste entre o milionário evento mundial e o cenário brasileiro do esporte


Por Anthony Fernandes, Luiz Gustavo Ribeiro e Vinícius Veloso


Os dois lutadores: Conor Mcgregor e Floyd Mayweather, respectivamente. (Foto: Reprodução)

A luta de boxe mais esperada do ano está prestes a acontecer no próximo sábado (26). O lendário pugilista Floyd Mayweather, enfrentará o astro falastrão do UFC, Conor McGregor, em Las Vegas. Em meio a tantas expectativas, a “nobre arte” também tem boa representação no Rio Grande do Norte, porém ainda enfrenta muitas dificuldades para manter seus atletas.
Adenúbio Melo, ex boxeador, atualmente segue
a carreira política no estado do Rio Grande do Norte (Foto:
reprodução Twitter). 

Adenúbio “Bill” Melo foi um dos grandes responsáveis pela popularização do boxe no estado potiguar. Após sofrer um acidente de moto, o ex-lutador de full contact - arte marcial originária dos EUA - migrou para o boxe, e nesse meio, encontrou incentivos para continuar praticando artes marciais, já que não precisava aplicar chutes, então se recuperou e dedicou-se à modalidade. Posteriormente, tornou-se campeão mundial de boxe, com um cartel repleto de vitórias. 
 Porém, desde a aposentadoria de Adenúbio, o boxe do Rio Grande do Norte não tem mais o mesmo glamour e visibilidade. Uma consequência não só do cenário do potiguar, mas um problema em todo Brasil. “Mesmo o boxe sendo um esporte olímpico, existe uma dificuldade muito grande em relação ao poder público, e a federação daqui tem feito alguns eventos, mas para se fazer eventos tem que ter recursos, e não há esses recursos suficientes para se fazer bons e grandes eventos”. Afirma o Mestre Hélio Fidélis, 42, da Academia Sport Boxe e também treinador no Corinthians e no Guarani, dois clubes tradicionais paulistas. 

Recentemente, foi aprovada a lei de incentivo ao esporte no estado de São Paulo. Com esse decreto, as academias serão patenteadas por empresas privadas - uma das primeiras a aderir terá acordo com a Paris Filmes - e somando ao apoio dos governos, o boxe terá melhor estrutura. Hélio acredita na lei regulamentada pelo decreto 55.636 de 26/03/2010: “Acredito que a prefeitura de São Paulo, juntamente com o Governo do Estado, possam dar mais incentivos fiscais às empresas privadas, para que elas possam estar patrocinando e tendo dedução do ICMS. Com isso haverá criação de academias, patrocínio em eventos e campeonatos voltados para o boxe. E com todo esse aparato, nos próximos cinco anos, o Brasil vai voltar a ter vários campeões. Pois, nós tivemos grandes vencedores como Popó, Maguila, Sertão, e hoje temos o Yamaguchi, o próprio Edelson Silva que é um grande ícone no boxe, mas tem muitos que ainda precisam despontar e, para isso, deve ter apoio dos órgãos públicos. Porque o trabalho de um campeão não se faz do dia para a noite, é todo um trabalho de base, então não é só a criança que vem pra escola aprender a boxear, não adianta nada ela vir, se na sua casa não tem um prato de comida pra comer. Se quando ele voltar pra comunidade em que vive, ele terá que ir para ‘biqueira’ vender drogas, ou se o pai é traficante, a mãe é prostituta, ou só não tem condições financeiras para que essa pessoa tenha uma estabilidade emocional, para acreditar no sonho, que é através da luta, conseguir ser alguém na vida e proporcionar uma qualidade que os pais não tiveram condições.” Relata o Mestre. Hélio começou muito novo no boxe. “Quem me introduziu no boxe foi um primo meu, que era meu professor. E no final das contas, eu acabei terminando sendo professor dele”, conta. Ele já realizou lutas em campeonatos nacionais e internacionais, e agradece sempre a Deus pelo fato do esporte ter dado um norte em sua vida. Além das aulas ministradas na academia, o Mestre, dá camping (aulas particulares).   Segundo Hélio, Layon Costa, 15, é uma das grandes promessas do boxe potiguar. Aluno do Mestre, ele iniciou a sua trajetória de boxeador aos 12 anos. “Eu treinava lá na Zona Norte com o professor Jean, ele fechou uma parceria com o Mestre. Aí quando teve a graduação, o professor Hélio me chamou para ir treinar aqui na Sport Boxe”, conta ele. O jovem atleta está invicto em seu cartel de lutas, inclusive já disputou campeonatos amadores e profissionais, e recentemente foi campeão da Copa Natal.

 
Mestre Hélio Fidélis e seu aluno Layon, que carrega no ombro
o cinturão de campeão da Copa Natal. (Foto: Luiz Gustavo)
Quanto a luta de sábado, Hélio prefere não arriscar o vencedor: “O Floyd Mayweather tem todas as condições possíveis de ganhar, só que como a gente fala, depois que entra a mão, você pode ser o campeão ou, na mesma hora, o azarão pode se tornar o campeão”. Diz também que o clima de “luta do ano” são para os leigos, e relembra outro embate histórico do boxe: “É uma luta que vou ver, mas não com tanto entusiasmo como se fosse o Floyd contra o Manny Pacquiao [adversário do boxeador há dois anos atrás]”. A luta “Floyd Mayweather Jr vs Conor McGregor” acontecerá na T-Mobile Arena em Las Vegas, nos Estados Unidos. Diferente do cenário do boxe brasileiro em geral, o combate entre os dois astros é cercados de montantes milionários e o pay-per-view é um dos grandes responsáveis por todo esse dinheiro envolvido, já que para os americanos assistirem em alta definição, terão que desembolsar US$ 99, o equivalente a R$ 310, sem contar com as vendas ao redor do mundo inteiro. O card principal começa às 22h (horário de Brasília) e no Brasil tem transmissão exclusiva do canal Combate.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Podas agressivas no Campus

Infraestrutura justifica ação como meio de combater parasitas


Por Henrique Mendes e Tiago Silva


A sombra das árvores nas mesinhas do calçadão entre o prédio do cchla e o setor II está entre um dos abrigos mais procurados pelos estudantes que circulam pela região da Biblioteca Central, principalmente às horas de sol mais intenso. Porém, nas primeiras semanas de agosto, as árvores que ali existem foram alvo de uma operação de poda, por alguns considerada excessiva, mudando o cenário do local drasticamente.

A Secretaria de Infraestrutura da UFRN (Sinfra), por meio de serviço prestado pela empresa Apoio Comércio e Serviços Ltda, vencedora da licitação aberta pela Universidade para o ano de 2017, realizou a ação de poda, concluída no último dia 11, nas árvores do Departamento de Ciências Humanas, Letras e Artes, em frente à Biblioteca Zila Mamede e em outros pontos como nos setores II e V e no Núcleo de Práticas Jurídicas. Depois disso, muitas árvores podem ser vistas com pouquíssima folhagem e lenhos dos galhos serrados à mostra, o que tem gerado insatisfação de quem costumava usar a sombra e de quem entende os malefícios que essa poda excessiva pode trazer à planta, como apodrecimento do troco e aparecimento de partes ocas pela ação de fungos e bactérias.


Árvores entre o setor II e o CCHLA (foto: Tiago Silveira)

Bruno Macêdo, biólogo da Diretoria de Meio Ambiente da UFRN, reconhece que a podas em torno do CCHLA foram agressivas, e que foram feitas para retirada de ervas daninhas. “Se você fosse fazer uma análise das copas, mais de 90% eram ervas daninhas". As árvores parasitadas funcionam também como ponto de dispersão, disseminando o parasita para outras árvores.

Questionado sobre se essa retirada excessiva de copa pode prejudicar a árvore, o biólogo responde que a infestação excessiva é mais prejudicial que a poda excessiva. “A infestação excessiva, além de ser risco iminente, ela é risco contínuo, porque ela está dispersando a espécie invasora.  Apesar de a poda excessiva dificultar a recuperação da árvore, a erva não permite esta recuperação”.

Macêdo explica que as podas podem ocorrer por três principais motivos – manutenção, adequação e segurança.

As podas de manutenção são, sobretudo, para adequação da copa quando esta está desproporcional ao tamanho da árvore, ou por questões paisagísticas e de segurança. O biólogo explica que, geralmente, esse processo segue alguns critérios, como tirar, no máximo, 30% da copa.

As de adequação ocorrem, por exemplo, em situações em que a árvore representa obstáculo para cadeirantes ou deficientes visuais. Ou ainda quando a árvore está em atrito com algum prédio. Além disso, adequações de segurança são feitas quando há interferência com a infraestrutura subterrânea ou aérea, como fiação elétrica. “Tem casos em que você pode, literalmente, eletrificar a árvore”, conta.

Podas de segurança, por fim, ocorrem quando a árvore apresenta características biológicas negativas. Bruno explica que temos problema sério de erva-daninha Universidade. A erva-de-passarinho, por exemplo, suga os nutrientes da árvore, que, fraca, fica vulnerável ao ataque de outros parasitas, como cupim e formiga.

Fazendo uma análise das espécies na região da operação, percebe-se que há pouca diversidade, entre nativas e estrangeiras, o que faz com que, quando em crise de infestações de parasitas, tenhamos no Campus uma infestação mais rápida. Espécies estrangeiras, como jamelão e azeitona roxa, oriundas da Índia, que não tão bem adaptadas às condições e parasitas locais, precisam de manutenções mais constantemente; ao contrário das espécies nativas, a exemplo do cajueiro e ipê amarelo, que são mais resistentes e adaptadas, despendem de um nível de manutenção menor. Bruno diz que está sendo posto em prática estudo já desenvolvido para diversificar a arborização do Campus.

Galho de árvore derrubado pela ação da erva-de-passarinho
(foto: Diretoria de Meio Ambiente)
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, as árvores contribuem para a permeabilidade de água no solo, propiciando o deslocamento e troca genética da fauna e dispersão de sementes em ecossistemas alterados pela ação humana (corredor ecológico), formando barreiras contra ruídos, ventos e alta luminosidade; e, sobretudo, capturando e armazenando carbono, atividade essencial para diminuir consequências do efeito estufa.

A Universidade tem um sistema de reflorestamento em funcionamento por meio da Diretoria de Meio Ambiente (DMA), o PROArvore, como meio de suavizar as ações decorrentes das adequações de infraestrutura, que produz 250 mudas por mês.

A referida adequação de infraestrutura decorre das frequentes obras por toda UFRN. A exemplo do Instituto Ágora, algumas construções demandam o desmatamento completo da área para que um novo edifício seja erguido no lugar. Questionamos, porém, se o reflorestamento acontece em igual medida ao danos causado pelas obras.


E as árvores de Natal?

Embora a lei 6.058/2010 saliente em seu primeiro capítulo que toda a vegetação de porte arbóreo existente ou que venha a existir, assim como as mudas plantadas em vias públicas na capital é bem de interesse comum a todos, em Natal o panorama da arborização segue o tom da maioria das cidades brasileiras: a presença de árvores restringe-se às avenidas centralizadas, praças, parques e áreas florestais, com baixa variedade de espécies, o que, de acordo com pesquisadores da área, não garante a efetividade da funcionalidade da vegetação nos meios urbanos.

Ademais, a cidade ainda realiza o depósito dos resíduos de podas em aterro sanitário . instalado em outubro de 2015, fica localizado no bairro Guarapes e está em funcionamento atualmente. Esta prática é vista com maus olhos por diversas organizações ambientais por ser resultante de problemas como a degradação da paisagem, poluição da água e ar nas grandes áreas destinadas para a alocação desses resíduos, aumentando, inclusive, as chances de incêndio nos aterros.


Contestação em pilastra do Setor II (Foto: Tiago Silveira)

As múltiplas necessidades de uso do espaço urbano, como estacionamentos e rede de fiação elétrica, acabam por desprezar a manutenção do acervo de árvores nas cidades modernas capitalistas. As soluções vão desde a adoção de um modelo subterrâneo de fiação, a adequação e padronização da construção das calçadas, até implementação de políticas públicas que utilizem os mecanismos de planejamento como forma de explicitar o papel do cidadão e da prefeitura nas dinâmicas de plantio e manejo das árvores.

Em um ambiente cada vez mais urbanizado, a importância de defender a preservação do patrimônio arbóreo restante torna-se ainda maior. Temidos por grandes empresários, ecólogos e biólogos, conhecedores da dinâmica da natureza, são profissionais indispensáveis neste sistema incompatível com o verde.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

I JORNADA MULTIPROFISSIONAL DE URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS CLÍNICAS REÚNE ESTUDANTES E PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE

Evento visou à capacitação de alunos e interessados em diversos temas ligados à saúde.

Por Leandro Lima Ribeiro (CIENTEC-PROEX)

Nos dias 17 e 18 de agosto, o Departamento de Enfermagem (EMUFRN) promoveu a I Jornada Multiprofissional de Urgências e Emergências Clínicas no Auditório da Reitoria, na UFRN. O evento foi uma iniciativa dos discentes do 8° período de graduação do curso de Enfermagem, com apoio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Urgência, Emergência e Terapia Intensiva (NEPET) e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Foto: Sâmela Marques

De acordo com o Dr. Rodrigo Dantas, coordenador do evento, a proposta principal da Jornada é a capacitação continuada e permanente para os alunos e egressos da UFRN, visando não só ao mercado de trabalho, como também contribuindo para o fomento de pesquisas e estudos sobre as áreas em discussão.
Durante a programação, palestras, mesas-redondas e debates – cujos temas envolveram assuntos ligados às áreas de Neurologia, Cardiologia, Nefrologia, Hemodinâmica, Parada Cardiorrespiratória, Pediatria e Obstetrícia – contaram com a participação de especialistas, mestres e doutores, que, juntos, compartilharam seus conhecimentos com alunos e interessados nas temáticas.

Foto: Sâmela Marques
Nesse sentido, palestras, com duração de 60 minutos, desencadearam mesas-redondas com a finalidade de sanar as dúvidas dos participantes. Em seguida, debates sobre os eixos temáticos contribuíram para a troca de informações entre ministrantes e o público.